O volume de spam, um praga quase inconsolável, está inviabilizando o uso do email

A PRAGA INCONTROLÁVEL DO SPAM

Como anda a sua caixa de email? As minhas – é, tenho mais de uma – andam sempre superlotadas e não por mensagens que quero, mas sim de spam, uma praga inconsolável nos dias de hoje e que já foi assunto neste blog – As ofertas de todos os dias, Eu sou mesmo importante? e Uma praga que só aumenta . O seu volume chegou a tanto que, do jeito que estamos, uma hora vai ser inviável usar o email, um ótimo meio de comunicação, ferramenta de trabalho e diversão que, aos poucos, vai perdendo o seu objetivo no meio de tanto lixo que, a cada segundo, entra pelas nossas caixas. No meu caso, detesto emails não lidos. Então, o volume acaba me tomando muito tempo, que poderia ser dedicado a outras tarefas, mais produtivas.

Sim, tenho controle de spams, filtros e etc. Mas mesmo os que não chegam à sua caixa de entrada acabam tendo de ser apagados. E como todos sabemos os filtros não são infalíveis. Então, temos sempre novos spams chegando. E não adianta denunciar, pois quem os envia muda constantemente de endereço, inviabilizando qualquer controle. Como disse muito bem o dirigente da Norton, empresa de antivírus, as mudanças são mais rápidas que os controles. Para quem tem um único email, os controles se tornam mais fáceis, mas não é o caso de quem usa mais de um, como eu.

Alguns exemplos? Acabei de apagar mais de uma centena de emails. Em cada um deles, os mais variados assuntos, nenhum do meu interesse. São ofertas para som de carros, ajuda mútua, venda de celulares e tabletes, vibradores, brindes da copa e até oferta de dinheiro. E isso sem contar os inúmeros avisos (?) de bancos, pedindo que eu renove meu cadastro ou que veja algo que não devo e que, se aberto, irá certamente contaminar o computador. No meu caso, nunca abro este tipo de email e os apago tão logo os recebo. Mas acho que o fato de continuarem chegando é um bom indicativo de que quem os envia obrem sucesso, conseguindo que incautos ou desavisados os abram e, com isso, forneçam os dados que o hacker deseja.

Esta avalanche de emails não se dá somente nas caixas de entradas que uso, mas ocorrem também neste blog. Em menos de dois dias, apaguei mais de 100 diferentes spams pegos pelo Akismet, o programa que uso para barrar comentários indesejados. Se eles tivessem passado o blog estaria cheio de links vendendo os mais estranhos objetos, indo de remédios e objetos falsificados a sites suspeito, que podem causar dano. Como sou um usuário intensivo da Internet, procuro me cercar de medidas preventivas, como um bom antivírus. Fico imaginando, no entanto, aqueles que não o fazem.

No caso de quem usa computadores da Apple – como faço há muitos anos – o perigo de infecção é menor, o que não significa que não pode acontecer. Quem usa sistema operacional Windows está muito mais sujeito às infecções e é preciso todo cuidado – aliás, para qualquer dispositivo, hoje. Os computadores da Apple, felizmente no meu caso, tem baixo índice de infecção, mas isso não impede que os spams continuem chegando. Esta é uma situação comum para todos os que usam a internet e tem algum tipo de presença online.

Até onde vamos? Acho que ninguém sabe. O fato é que o volume de spam está, a cada dia, mais inconsolável. Se o volume continuar crescendo, teremos duas alternativas: a primeira, continuar convivendo com eles. A segunda, mais radical, abrir mão dos emails. Nos dois casos, caminhos nada agradáveis. Qual deve ser tomada? Eu não sei. E você, sabe?

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