Festa de família com histórias reais e muito riso

FESTA, BELAS HISTÓRIAS REAIS E MUITO RISO

Reuniões de famílias sempre proporcionam belas histórias reais, de pessoas e acontecimentos que ligam um parente próximo ou distante e que nos diverte. É o que aconteceu comigo há alguns dias. Era aniversário da matriarca da família a que me tornei partícipe devido a um casamento e, na comemoração, filhos, genros, primos, netos e bisnetos em uma miscelânea de dar gosto.

Minha sogra, que tem uma grande família, foi surpreendida pela visita de primas de Minas Gerais, que vieram ao Estado especialmente para as comemorações. E foi com elas que ri muito. Uma delas, especialmente, é muito boa para contar histórias que, na maioria das vezes, a envolve ou alguém próximo, parente ou não.

Sentei-me próximo delas e fiquei, por um bom tempo, ouvindo suas histórias. Elas envolviam um tio de Belo Horizonte e a cada uma, mais risadas. Depois, mudava para o que tinha acontecido com ela própria. E mais risadas. Vinha um intervalo e, de novo, mais risadas.

Bem vividas, cultas, viajadas, essas primas são boas para contar histórias reais, do cotidiano, de gente e nos fazer rir. E o fazem de tal maneira que os personagens envolvidos e suas situações engraçadas acabam saindo exaltados. São pequena gafes, comportamentos interessantes, mas nada que deponha contra o personagem. Na maioria das vezes, ele sai muito bem na fita.

Uma das que mais gostei foi de uma viagem de ônibus. Nessa, era a própria contadora envolvida. Ônibus cheio e, no seu fundo, uma mãe com uma filha pequena e outra de colo, chorando. A garota veio andando pelo corredor e parou próximo de nossa prima. Ela puxou conversa, perguntou nome, de onde era, etc.

O ônibus saiu e a garota continuou ao seu lado. Mais à frente, entrou um outro passageiro que, ela descobriu, era o pai da garota e foi se sentar ao lado da esposa, com a criança pequena. Tão bem chegou, pediu para abrir a comida, pois estava com fome. Chamou, também, a filha para comer.

De longe, a prima ouvia o diálogo, com o pai dizendo à filha que ela deveria levar comida para a amiga – minha prima – que fez no ônibus. De longe, ela não podia saber o que comiam, mas descobriu logo. A criança se aproximou, como havia feito antes, segurando na mão uma coxa de frango e a ofereceu à “amiga”.

O que fazer nessa hora? Sem saída, a prima aceitou a “dádiva”, vendo a garota satisfeita.

O bom da história é a forma como ela é contada, com o passo a passo sendo floreado e culminando com a comida. É risada após risada.

A festa foi ótima e me diverti muito.

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