UM 2009 CHEIO DE PAZ
Que você e todos os seus tenham um 2009 cheio de alegria, com muita saúde, paz e prosperidade. E que o ano que chega lhe proporcione tudo o que almeja.
Que você e todos os seus tenham um 2009 cheio de alegria, com muita saúde, paz e prosperidade. E que o ano que chega lhe proporcione tudo o que almeja.
É este o meu desejo e o deste blog para todos os que por aqui passam e passaram durante o ano de 2008. E que 2009 chegue, para todos nós, em ritmo de alegria. E que tenhamos saúde, paz e prosperidade.
O ano está terminando. O Natal, chegando. Nesta época quase sempre aproveitamos para, além das comemorações e dos presentes, fazer um balanço do que fizemos e projetar o que queremos fazer. A reflexão nos permite corrigir o que erramos e planejar o que faremos, de forma a que não cometamos os mesmos erros e tenhamos, por isso mesmo, um ano diferente, melhor. No final de cada ano a esperança se renova e pensamos, quase sempre, no que queremos fazer, no que desejamos conquistar. No meu caso, olhando 2008 posso afirmar, com toda certeza, que foi um ano bom. E isso
Comida pode fazer bem. Mas também pode fazer mal. Se a olharmos do primeiro ângulo podemos afirmar, com base em pesquisas comprovadas, que existem alimentos que ajudam a combater a depressão, melhorando o astral das pessoas. E não se trata só de chocolate, não. No rol destas comidas estão, por exemplo, o alface, o espinafre, as uvas e o macarrão, hoje transformado em um prato universal. Ao lado de uma constatação cientÃfica, fica um outro aspecto: cabe a nós determinar como vamos encarar a comida. Podemos relembrar nossos antepassados que corriam atrás da deles, adaptando sua gética ao momento. Ou então procedermos como seres modernos e nos enchermos de fasta food e junk food e, com elas, ficarmos obesos e adquirir todos os problemas que daà decorrem. Ou podemos fazer outra opção, que é comer frugalmente, escolhendo alimentos mais saudáveis e ainda complementar tudo balançando o esqueleto, nem que seja em uma boa caminhada. A escolha é nossa. Ou não? Eu acho que sim, e já a fiz. E você, como encara a comida?
Como é o seu nome? Esta é uma pergunta comum, mas para alguns pode ter um significado especial. E a principal razão, mesmo, o seu nome. É que em todo o Brasil existem muitos, mas muitos mesmos, nomes estranhos. Estou voltando ao assunto e os novos nomes estão relacionados em ordem alfabética e são estranhíssimos. Bom, se você está curioso dê uma olhada na lista, mas vá até o final. E depois de lê-la me diga: são muito estranhos ou não? E o que você faria se tivesse um nome assim?
O que os jornais publicam é importante? Lendo alguns dos jornais do EspÃrito Santo neste final de semana deparei-me com algumas notÃcias que achei interessantes e decidi comentar, aqui, no blog. E o fiz sob o olhar de um jornalista que já vivenciou a redação, mas também de um leitor que acompanha o que se noticia. Aproveitei, nos comentários, uma idéia da Yvonne, do Bloggente, que faz a sua “salada de fruta”, que chamei de “picadinho”. De outro lado, hoje começa a semana da blogagem coletiva sobre consumo consciente. Talvez seja a hora de aproveitarmos para ver o que compramos e se estas compras estão ajudando a manter ou a destruir o planeta. A chave, acho, é nos perguntarmos se precisamos do que pretendemos comprar. E adotar a postura de aproveitar tudo, evitando o desperdÃcio.
Ainda hoje pessoas se reúnem para ouvir e participar de manifestações culturais folclóricas, como a Folia dos Reis. A folia faz parte da minha infância e juventude e o que vivenciei me voltou à memória em uma manhã de sábado. Lembrei de minha infância e me revi, da varanda de casa, assistindo a apresentação.
Quantos de nós somos capazes de, diante de uma violação, dizer alto e em bom som a frase acima, título deste artigo? Não me arrisco com números, mas diria que poucos, bem poucos. A questão serve, e bem, para ilustrar a situação dos direitos humanos, 60 anos após a edição da Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada pelas Nações Unidas e que deveria ser de cumprimento obrigatório em todo o mundo. “Todos os seres humanos nascem livres e iguais”, afirma a Declaração no seu primeiro artigo. Para uma parcela da humanidade isto é verdade, mas para outra, não. Homens e
O que você lembra? O que esquece? O esquecer preocupa você? Pois saiba que lembrar e esquecer são processos naturais, que nós não comandamos, mas que fica a critério do nosso cérebor. E dizem os especialista que o esquecer tem uma função de nos ajudar, de evitar problema, de não nos deixar sobrecarregados. Esquecer faz bem. E se o lembrar à s vezes dói, existem alguns exercÃcios que podem estimular o cérebro a armazenar informações: ler, mudar a rotina, fazer resumos, lembrar amigos da infância e seus rostos. Viram, este resumo tem um propósito. Mas não esquente se não se lembrar de algo que julga ou julgava importante, a memória não reflete o real, mas é uma reconstrução dele. Então, não esquente, mas lembre-se que na quarta-feira, dia 10, tem a blogagem coletiva sobre Direitos Humanos e você está convidado (a) a participar. E se possÃvel, ajude na sua divulgação.
Você é séria? Ou brincalhão? Tem gente que é muito séria, não brinca. E tem outras que brincam muito, se divertem e divertem os outros. Onde estará o equilÃbrio? Acho que a diversão faz parte da vida, mesmo no trabalho e quando a ele nos dedicamos. É sempre bom tirar um tempo para uma piada, uma brincadeira, um belo sorriso ou mesmo uma gargalhada, que descontrai e melhora o astral. Brincar faz parte da vida, embora muitas pessoas mau humoradas não pensem assim. De bom humor tenho um exemplo próximo, um amigo que não perde a oportunidade de se divertir e divertir os outros. E com isso, vive bem. Por que todos não somos assim? Certamente, as coisas seriam melhores. Ou não? O que você acha?