Sol rachando, calor escaldante e você precisa se refrescar. O que você bebe? E se a situação mudar e estiver em uma festa? Vinho, cerveja, uísque, refrigerante e tudo o mais, qual é a sua escolha? Hora do almoço ou do jantar, o que o acompanha? Um suco? Apenas água? No dia a dia fazemos muitas escolhas. Algumas, por hábito. Outras, por indução da publicidade. E ainda outras por influência de amigos, dos grupos em que estamos, o local que frequentamos. E é por isso que a pesquisa desta semana versa sobre o que todos nós bebemos, no dia a
Se uma coisa pode dar errado, dará. A afirmação é uma das mais conhecidas da Lei de Murphy, uma série de tidos – jocosos, mas sérios – que retratam situações que vivenciamos. É o caso, por exemplo, da chuva: quando chove, você esqueceu o guarda-chuva. E se você não o esqueceu, não chove. A lei de Murphy, no entanto, não é única. Descobri que, da Índia, vêm uma série de “leis” e teoremas que cobrem várias atividades humanas e refletem o que nos acontece em vários momentos. Veja alguns exemplos: Lei da Fila Se você troca de fila, a em
Hoje, a Internet tornou-se um dos principais meios de pesquisa, sobretudo quando se quer comprar algo. Indo a sítios de busca ou de comparação de preços, podemos ter uma visão do que queremos, onde acha-lo e como é. Podemos, até vê-lo virtualmente, testando algumas de suas funções. Bom, não é? Segundo a professora Ann Schlosser, da Escola de Negócios da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, não. A experiência virtual, segundo pesquisa por ela conduzida, gera uma falsa memória, acabando por se sobrepor à memória real, quando você tem um objeto na mão, o manipula ou lê a respeito dele
Na ficção, uma das coisas que mais assusta é a leitura de mentes. Se alguém conseguisse ler o que pensamos, o mundo seria, sem dúvida, diferente. Uma das consequências é que ninguém mais conseguiria mentir. Na ficção é assim. Mas como seria na vida real? É claro que não sei a resposta. Mas a se acreditar na última pesquisa que o Pentágono, o Ministério da Defesa dos Estados Unidos, está conduzindo, não vamos levar muito tempo para descobrir, não. É que está em desenvolvimento uma máquina que escanea a mente e se adapta ao que o militar está pensando. O
Acho que já disse, aqui no blog, que fui criado na mais pura linha machista e, por isso, não sei nem fritar um ovo, o que as pessoas consideram muito fácil. Ao longo dos anos, no entanto, fui me modificando e passei a ver as mulheres sob outra ótica, respeitando o espaço delas e as diferenças que tem em relação a nós, homens. Bem, ainda não sei fritar um ovo, mas será que isso importa? Para mostrar que não, vou transcrever algumas observações de Rita Rudner, dos Estados Unidos, que se afirma especialista em homens e lista vários sobre
Tem-se dito, nos últimos tempos, que as pessoas estão ou são menos religiosas. Há, em alguns círculos, a sensação de crescimento dos que não tem fé. E muito mais dos que, tendo algum tipo de fé, não a praticam. Será isso verdade? Se simplesmente olharmos as estatísticas oficiais, vamos dizer que não. Segundo o IBGE, o número de brasileiros que não professam nenhuma religião é pequeno, comparado com os que dizem ser religiosos. E há, ainda, um fenômeno mais recente, que é o crescimento de algumas vertentes evangélicas, que tem ampliado, e muito, o número de praticantes. Há, de outro
Uma das principais coisas que tenho descoberto na blogosfera é a generosidade. Ao lado dela vejo, também, a disposição de blogueiros de todos os quilates de participar de ações que são meritórias. E, nos dois casos, minha experiência pessoal tem sido gratificante. Quando propus que nos uníssemos e falássemos de paz, fiquei surpreso com o número de blogs que aderiram. Agora, na questão do preconceito não á diferente. O que vejo são homens e mulheres, no Brasil e nos mais distantes rincões do planeta, alinharem-se para abordar um assunto que a maioria evita. Está patente nesta adesão, pelo menos no
A discussão sobre a inclusão do negro na educação e na economia tomou conta do Brasil nos últimos anos. Uma das faces mais visíveis dessa discussão são as quotas em universidades para estudantes negros, que virou um dos pontos de afirmação, de um lado, e de negação, do outro. A discussão prossegue, com opiniões a favor e contra. E não vai ser resolvida tão cedo. O problema, na verdade, não se restringe ao acesso do negro à universidade, mas se prende, sim, a uma questão maior, que é o próprio preconceito racial. Sim, ele existe no Brasil. Está disfarçado, sim.