Um dia para a internet

De quando em vez pipocam notícias que falam sobre o controle da internet na China. Até mesmo o poderoso Google acabou se curvando ao governo chinas e impôs bloqueio em algumas palavras no seu motor de busca em mandarim.

Quando temos ampla liberdade, não imaginamos o que é não ter direito à opinião e, muito menos, ao acesso livre à internet, como ocorre no Brasil. Aqui, não só acessamos livremente a rede, como podemos ver o que quisermos, sem problema.

Esta é uma liberdade que muitos não tem. É o caso, por exemplo, de Cuba, como nos lembra o Engrenagem:

“Nas universidades cubanas, cada departamento tem um dia da semana para que os alunos acedam à Internet. O uso dos computadores tem que ser justificado e muitos sites estão bloqueados. Nas escolas e bibliotecas, o cenário é semelhante. Nas casas particulares é quase impossível aceder a Rede sem ser ilegalmente e pagando em dólares a quem esteja disposto a ceder o nome de utilizador e palavra-passe de uma ligação”.

Cuba pode ser um exemplo, mas não é o único. Muitos outros países adotam esta postura, de tentar controlar a informação.

O que estes países, incluindo Cuba, querem é controlar a mente das pessoas. E o fazem mediante a supressão de informação.

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