TRATANDO DE UMA OBSESSÃO

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Internet vicia? Computador vicia? Estas não são perguntas meramente retóricas e respondê-las preocupa mais e mais gente em todo o mundo. O exemplo mais recente do vício em informática e em computador vem da Coréia do Sul, hoje o país que se não é o mais conectado do mundo está entre os mais. O país está adotando campos de treinamento para tratar os jovens que são viciados em internet.

O que está acontecendo? Mais e mais jovens estão conectados. É o caso de um dos coreanos internados no Jump Up Escola de Resgate da Internet: Dezessete horas conectados por dia é bom. E o dia só tem 24 horas, o que configura um vício e é para tratar deste e de inúmeros outros casos que existe a escola.

Se a situação na Coréia chegou a este ponto, existem informações de que também a China tem este tipo de escola e há relatos de adição em outros países. A causa é sempre a mesma: conexão permanente à Internet. A base de tudo são as ligações sem fio, banda larga, equipamentos potentes e muita, muita vontade de ficar on line. Para eles, a escola é uma necessidade e a cura, o que buscam.

Os números da Coréia são superlativos e servem, de certa forma, como um aviso para todos nós que usamos a internet e que temos filhos que também o fazem. O que os jovens coreanos fazem – e são milhões deles – é ficar todo o tempo disponível na internet. E para fazer isso colocam todas as outras tarefas de lado, inclusive a escola, os deveres, os estudos.

O que a internet está gerando em muitos jovens é uma obsessão, como mostra o depoimento do “viciado” coreano. Há uma compulsão pelo acesso à internet, pelo seu uso e a ausência dela provoca os sintomas da adição. Então, é preciso de tratamento. Pode até não ser a internação em um campo, como na Coréia, mas é preciso, sim, reverter o processo e fazer com que o jovem volte à vida real.

E no Brasil, isso acontece? Pode ser que não, pelo menos comparativamente com a Coréia. Mas veja a classe média. Nela, o uso de computadores é grande e os jovens estão mais e mais usando-os. Então, podem acabar nesta compulsão ou obsessão. Por isso, é bom que cada um fique de olho no seu filho, evitando que boas ferramentas, o computador e a internet, acabem virando problemas. (Via NY Times, em inglês)

UMA JUSTIFICATIVA

Todos nós vivemos, hoje, correndo contra o tempo, que parece ter encurtado. Às vezes, a gente consegue um pouco mais de tempo. Às vezes, não. Este tem sido o meu caso nos últimos dias. O tempo encurtou e não tenho conseguido – como gostaria – de dar atenção ao blog e a quem o visita.

Espero que, nesta semana, as coisas mudem e com isso as coisas fiquem, digamos assim, mais normais e que eu possa interagir com todos os que passam por aqui.

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