SER REZSENDE É UM BARATO

resendeSua família tem um grito de guerra? Não. Pois a minha tem. E recuperei este grito graças a um e-mail muito divertido de minha filha, a Fernanda. Ela contava que havia tido um compromisso profissional com alguém que também era Resende e que, ao comentarem suas origens, acabou tomando conhecimento do Reszendão, o encontro anual que reúne integrantes da família de todo o Brasil.

Não, eu nunca participei de nenhum, embora um deles tenha sido feito a 500 metros de onde moro. Mas prezo a origem da família, o sobrenome – que me acompanha desde sempre – e respeito a tradição de um nome que, hoje, tem presença em todos os cantos do Brasil. E uma das razões é por ser uma das mais antigas famílias a aportar por aqui.

Se você está curioso e quer saber mais, clique aqui que será remetido a um sítio (agora, fora do ar) que tem vários detalhes sobre a família. Mas, então, vamos voltar à história e lembrar que embora haja duas grafias para o sobrenome, uma com S e outra com Z, a família é a mesma.

Voltemos, então, ao encontro anual e ao grito de guerra. O que me chamou a atenção não foi ele, em si, mas a reação da Fernanda, que se divertiu muito com a história dos encontros anuais – a foto que ilustra o post é de um deles, realizado no ano passado – e com o grito de guerra.

Ao telefone, ela me disse: Pai, agora ele não me sai da cabeça. E canta:

1 2 3 4 SER RESZENDE É UM BARATO

4 3 2 1 MAS NÃO É PRA QUALQUER UM

E, depois, ri divertida. E conta que suas amigas também estão rindo muito. Talvez pela primeira vez o nosso sobrenome tenha causado esta impressão. É, sem dúvida, uma nova maneira de tomar consciência dele.

Pelo grito você pode notar que, como reszendes, temos orgulho do nosso sobrenome. E isso é verdade para mim, também. Não tanto baseado na tradição, mas no fato de ao longo dos anos, na maioria das vezes de forma anônima, termos – todos os reszendes – contribuído para que o Brasil seja o que é hoje.

Então, vamos repetir o grito: Ser Reszende é um barato. Podes crer, bicho!

E O OSCAR FOI PARA…

Pois é. Acho que não somos bons de avaliação não, no caso do Oscar pelo menos. Na pesquisa feita pelo blog o grande favorito era Johnny Deep. Ele não ganhou. O segundo colocado – talvez pelo charme com as mulheres – foi George Clooney, que também não ganhou.

O ganhador foi Daniel Day-Lewis que, aliás, segundo os especialistas era favorito. Na votação dos leitores ele ficou com 17% dos votos, empatado com Tommy Lee Jones. Não vi o filme, apenas o trailler, mas foi o bastante para me deixar impressionado com Day-Lewis, que ganhou o seu segundo Oscar.

Uma ótima semana para todos nós.

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