NOVO MEIO DE CONSUMIR MÚSICA

musica1.jpgDesde que a Apple criou o iPod e lançou o iTunes a maneira como consumimos música mudou radicalmente. E uma prova disso é a queda, que se repete a cada ano, da venda de CDs. Hoje, o negócio de música se mudou para a Internet, com o consumidor podendo escolher uma única faixa, baixando-a e ouvindo-a imediatamente.

Se deixarmos de lado os downloads ilegais – que, aliás, grassam pela internet – e olharmos só o que é vendido, temos um mercado multibilionário. E, nele, todos estão ganhando dinheiro: artistas, gravadoras e vendedores. Pode até não ser o que ganhavam antes, quando nos impingiam um CD inteiro quando queríamos apenas uma música, mas estão ganhando, sim.

E se isso ocorre hoje, podemos fazer uma pergunta: até quando? Ela tem sentido quando achamos, em uma pesquisa do termos “free music” no Google nada mais do que 183 milhões de indicações. De uma forma ou de outra, são sítios que oferecem música de graça, para ouvir e baixar. E muitos desses sítios oferecem música de gente conhecida, de qualidade e de graça, aliás como o próprio iTunes.

O que estou dizendo é o óbvio. Mas você já se perguntou por que comprar uma música se você pode ouvi-la de graça e tê-la sempre à disposição na Internet? É o que oferecem sítios como a Last.FM, a Pandora Global, a AOL Rádio e a Rádio IO, dentre muitas outras. Todas têm em comum o fato de oferecerem uma ampla variedade de gêneros, que vão de músicas antigas aos megassucessos, tudo no seu próprio computador. E de graça.

No caso da Last.FM e da Pandora – das quais sou ouvinte constante – existe a vantagem de você formatar os seus próprios canais, indicando o que gosta e o que não gosta. Faz, neste caso, exatamente o que faz com a sua discoteca: escolhe os seus preferidos e os ouve. Eu faço isso. E por fazer estou, a cada dia, comprando menos música.

O que alguns especialistas dizem é que caminhamos, de forma definitiva, para o streaming, que é ouvir música on line. E isso graças à diversificação de sítios e à melhora de banda, com mais e mais gente – que são os consumidores preferenciais de música – tendo acesso à banda larga. E tudo isso de forma inteiramente legal.

Então, o que está esperando? Aproveite.

Tag: sem tag

18 Respostas

Entre na conversa