MUITO BARULHO POR NADA

Primeira cena

Na Avenida, no Rio de Janeiro, a Salgueiro com um samba que fazia o Sambão balançar e a multidão cantar, quase que em uníssono o Bumbum, paticundum, prucurundum, o samba enredo da escola.

Segunda cena

Na mesma avenida, mas em outra oportunidade, ver a Mangueira homenagear Braguinha, um dos compositores mais populares do Brasil, e ganhar. E ver, de novo, toda a avenida cantando um samba na medida em que a escola evoluía.

Terceira cena

Em outro cenário e em outra avenida, em Vitória, no Esparto Santo, entrar junto com a escola, participar de um desfile, sentir a plateia cantando o samba junto com você e ter o prazer de ver a sua escola campeã.

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Se você chegou até aqui, na certa está pensando: Ele ama o Carnaval. Não é bem assim. Se já fiz o que está acima descrito, hoje fico longe do Carnaval, da avenida, das escolas. Acho bonito, mas não para participar.

Conhecer de perto, estar lá, participar, foi muito bom. Mas foi algo que passou. Eu segui em frente, fazendo outras coisas, escolhendo novos caminhos e, neles, o samba e o carnaval foram colocados de lado. Hoje, vejo tudo de longe e procuro ficar distante da agitação que ele traz.

Então, atendendo ao desafio lançado pela Micha para a postagem coletiva, posso dizer que, atualmente, não amo, nem odeio o Carnaval. Na verdade, não mais participo dele, embora ainda torça para a Mangueira e para a Unidos de Jucutuquara, em Vitória.

Para mim, no entanto, o Carnaval é algo distante.

VOCÊ APÓIA O ABORTO?

Nada tão diferente do Carnaval que uma discussão sobre aborto. Mas este é, como alguns já sabem, a enquete da semana.

O que o blog quer saber é se você é contra, a favor ou muito pelo contrário? Veja na barra lateral as opções e vote. E pode, também, deixar um comentário.

Participe, pois é sua última chance. A votação vai até amanhã.

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14 Respostas

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