MITOS. OS MÉDICOS DIZEM QUE SIM

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De médico e de louco, todo mundo tem um pouco.

O ditado serve, aqui, para ilustrar nossa própria vida. Desde pequenos, crianças, ouvimos os mais disparatados conselhos sobre como se portar em relação a uma doença, um resfriado, que remédio devemos tomar, etc. e tal. Todos – mas todos, mesmo – sempre tem um conselho pronto.

Talvez seja através da intervenção de parentes, amigos e colegas que se consolidam os vários mitos médicos. De tanto ouvir as pessoas falarem sobre alguma coisa acabamos por internizá-las e adotá-las como se, ao invés de mito, fossem fatos. Não que estes sejam mais fortes que os mitos. Não são. E os escolásticos estão aí para confirmar a força dos mitos.

Mas mitos ou fatos, eles podem ser derrubados. E é o que acabam de fazer dois pesquisadores dos Estados Unidos, Aaron Carroll e Rachel Vreemann. O que eles procuraram desmontar – e segundo o estudo que publicaram – e conseguiram foram mitos comuns a respeito de atitudes que tomamos que podem fazer mal à saúde.

Então, a partir de agora, quando lhe disserem que…

  • Tomar oito copos de água por dia ajuda na sua saúde
  • Ler com pouca luz prejudica a visão
  • Cortar os pelos fazem com que cresçam mais rápido e mais grosso
  • Comer carne de peru provoca sonhos
  • Somente usamos 10% de nosso cérebro
  • O cabelo e as unhas continuam crescendo, mesmo depois que morremos
  • Telefones celulares são perigosos em hospitais

não acredite. Segundo os pesquisadores, nenhum deles é verdadeiro. A água faz bem, mas oito copos não lhe traz nenhum benefício. Ler com pouca luz torna a leitura mais difícil, e é só. O fato de você aparar os pelos não modifica em nada a rapidez com que crescem, nem a grossura deles. O que faz alguém sonhar é comer muito e, junto, tomar bebida alcoólica. O peru, a ave, não tem nada a ver com isso.

Os estudos, segundo os pesquisadores, já comprovaram que usamos todo o cérebro, não apenas parte dele. E unhas e cabelos não crescem após a morte. O que ocorre é que a pele seca e se retrai, dando esta impressão. E, por fim, está provado que os celulares, se interferem com o equipamento médico, o fazem no mínimo, o que não ameaça ninguém. (Via Alt1040)

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