MAMAR AJUDA NA INTELIGÊNCIA

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Uma das questões sempre em debate é a inteligência e se ela é genética ou influência do meio ambiente. Há poucos dias, por exemplo, um prêmio Nobel acabou renunciando à galhardia e ao dinheiro da premiação depois de dizer que a inteligência é genética e os brancos a tem maior que as outras “raças”.

O fato é que todos queremos uma justificativa para um QI – não é quem indica, não – alto e uma inteligência melhor. Nisso, o que influencia? Será genético? Será do ambiente? Cientistas sérios afirmam que os dois fatores são importantes. A genética representa uma parte e o ambiente, outra. Combinando os dois podemos ter mais ou menos inteligência. Qual o fator mais determinante? Os cientistas que estudam a inteligência evitam falar sobre isso.

O que alguns não evitam é apontar novas facetas do problema. E é o que revela O Globo em uma matéria. Nela, o professor Terrie Moffit, da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, que conduziu um amplo estudo sobre a questão, afirma que as crianças que foram amamentadas por mais tempo têm mais inteligência do que as que não o foram.

Então, assim sem mais nem menos, descobrimos que mamar ajuda na inteligência. E isso ocorre, segundo o pesquisador, por ter o leite materno componentes que ajudam no desenvolvimento da criança e reforça certos tipos de genes que, depois, vai ajudá-la no seu desenvolvimento intelectual. E, gente, a pesquisa é séria, publicada em revista gabaritada.

Bom, agora só falta alguém inventar uma fórmula para medir quanto se ganha de inteligência por mês de aleitamento. Quem mamou até os quatro anos, por exemplo, quando ganhou? Pode ser que estejamos, também, inaugurando uma nova forma de elogio: ele é inteligente assim por ter mamado por muito tempo.

Ah, a ciência. Sempre nos surpreendendo.

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