MAIS PERTO DO FIM DA DOR

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Nós, humanos, não convivemos muito bem com a dor física. Nos homens talvez seja ainda mais verdadeiro que nas mulheres, mais resistentes. De qualquer forma, ninguém – a não ser, lógico, os que têm alguma disfunção – gostam de sentir dor. E é no sentido de inibi-la ou combatê-la que os cientistas trabalham ao longo de muitos e muitos anos. Deste trabalho tem surgido analgésicos melhores e que têm menos efeitos colaterais.

Para os que sofrem de dores crônicas, como as provocadas por problemas na coluna ou com dor de cabeça permanente, pesquisadores da Universidade de Manchester, na Inglaterra, têm uma boa notícia: acabam de descobrir, mediante a manipulação genética de um pequeno organismo, estão decifrando o código de uma molécula que controla a dor nos humanos.

A consequência da descoberta é a possibilidade de se trabalhar drogas que tenham ação mais específica, a partir da engenharia genética, e que ajudem no controle da dor, principalmente dos que, como dito antes, têm problemas de coluna e dores de cabeça crônicas.

Os pesquisadores Chris Thompson, Alan North e Sam Fountain, responsáveis pela descoberta, reconhecem que ainda há um longo caminho a ser andado, mas consideram que ao decifrar o código genético do organismo, que é 10% idêntico à molécula humana, deram um gigantesco passo na direção de se produzir drogas que possam bloquear a dor.

A descoberta, de acordo com os pesquisadores, pode significar uma revolução no desenvolvimento de medicamentos que controle a dor. Chegam, de forma otimista, a acenar com a possibilidade do final da dor, principalmente em se tratando de dor crônica. Um grande passo, sem dúvida. Mas para ter estes novos medicamentos ainda vamos esperar mais alguns anos.

DISCRIMINAÇÃO, NÃO!

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Discriminação, principalmente quando é baseada em preconceito, é uma das piores coisas que existem. E é isso, neste momento, o que está acontecendo com os brasileiros em várias partes do mundo. Trabalhadores são perseguidos e segregados, turistas são barrados e humilhados, principalmente nos Estados Unidos e Europa, sob o argumento da segurança e do medo ao terrorismo.

O fato é que estas situações têm se repetido. E o Governo brasileiro, o que tem feito? Nada. E olha que o Presidente Lula atem se revelado um excelente viajante. Como ele não é discriminado – ou acha que não é – também não vê o que está acontecendo com cidadãos do seu país. Esta situação é pior para que já está no exterior e vê um amigo ou parente discriminado, preso e, algumas vezes, deportado de volta para o Brasil.

E tudo isso por quê? Apenas por ser brasileiro. É contra essa discriminação que se levanta a Meire – que propôs uma blogagem coletiva – e é a ela que estou me alinhando, ajudando a chamar a atenção para o problema e mostrando que se não houve uma ação enérgica do Governo, mais e mais seremos barrados fora do nosso país.

Vamos, então, todos dizer alto e em bom som: Discriminação, não!

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