IGUAIS, ATÉ PROVA EM CONTRÁRIO

igualBrancas, negras, morenas, mulatas, louras, índias, inteligentes ou não, trabalhadoras ou não, estudadas ou não, empregadas ou não, mães, solteiras, casadas, jovens, adultas, bonitas ou feias as mulheres são, segundo os geneticistas, exatamente iguais aos homens. Temos os mesmos genes e a variação deles, de uma para outra pessoa, é mínima.

A única diferenciação aparente entre homens e mulheres é o sexo. Elas são – e acho que os homens irão concordar – bem mais bonitas que nós, marmanjos. O problema é que, exatamente devido ao sexo, elas são diferenciadas. E tratadas, na maior parte do mundo, como cidadãs de segunda linha.

Se geneticamente somos iguais, nós homens – e aqui falo pelo geral – sempre arranjamos um jeito de diferenciar a mulher. E de colocá-la em segundo plano. Hoje, no Ocidente a situação é um pouco melhor, com a mulher trabalhando e conquistando seu espaço. Mas trata-se apenas de uma parcela delas. Se olharmos ao nosso lado veremos que muitas mulheres são “do lar”.

E isso “do lar” significa, na maioria das vezes, não que queira ser assim, mas que esta situação lhe foi imposta. E isso na “civilização”, que é como nos vemos, no Ocidente. E nos outros lugares? A situação é bem pior. Na Ásia, no Oriente Médio e na África a opressão é sistêmica e constante. As mulheres só tem um direito: de servir ao homem. E de ficarem quietas, passivas, conformadas com seus lugares.

Olhando a questão pelo lado brasileiro, podemos dizer que vivemos duas realidades. Em uma, as mulheres tem direito, liberdade, trabalham, estudam. Em outra, enfrentam a mesma situação medieval de várias outras culturas, são deixadas em casa, transformam-se em objetos reprodutores e “servem” – no sentido de servidão, mesmo – a seus maridos.

Como mudar? O caminho é a educação. Universalizada, ela vai permitir à mulher sair da submissão, enfrentar o mundo masculino e abrir seu caminho, aliás como milhões já fizeram. E é a educação, também, que vai mostrar ao homem que mulher não é um objeto, que pode ser usado e colocado de lado. Ou que ela só existe para lhe satisfazer.

Com educação, homens e mulheres entenderão que são, sim, iguais e os genes provam isso. A diferenciação é cultural e cultura, como todos sabemos, pode mudar. E é para que ela mude que a Meire e a Lys estão promovendo esta blogagem – no meu caso, antecipada em um dia, por não postar nos finais de semana -, que pretende defender a mulher, abrindo-lhe os caminhos da igualdade que, genética, não é obtida no meio cultural.

A INTELIGÊNCIA É VERBAL

inteli

Estamos concluindo mais uma pesquisa do blog e, com ela, está saindo do ar esta secção que vem sendo mantida há algum tempo. Acho que ela se esgotou, com os assuntos sobre os quais gostaria de falar e saber já pesquisados. E tenho notada que o interesse pelas enquetes vem caindo, apesar do número de leitores do blog estar crescendo.

Então, ficamos combinados que esta é, pelo menos por enquanto, a última enquete. E o que os leitores disseram, pelo menos a maior parcela deles, é que tem inteligência verbal. Este item ficou com 35% dos votos, sendo seguido pela Inteligência Lógica, com 23%. O terceiro lugar ficou com a Inteligência Interpessoal, com 15%.

De todos os itens relacionados, apenas um deles, o da Inteligência Naturalista não foi escolhido por nenhum leitor. Todos os outros obtiveram votos.

É isso. Um ótimo final de semana para todos nós.

Compartilhe:

Twitter
Facebook
LinkedIn
Pinterest

34 Respostas

Entre na conversa