CUIDADO, PODE SER FALSO!

Seios grandes sempre foram o desejo das mulheres nos Estados Unidos. Para elas – e certamente para os homens – o tamanho do seio faz uma grande diferença, daí entender que quem não os tem no tamanho desejado recorram à cirurgia cosmética para ampliá-los, tornando-se mais desejável ou sexy, lá na opinião delas e deles. No Brasil, por outro lado, o que torna as mulheres destacáveis e destacadas são outros atributos, e eles ficam no lado oposto do seios. Chamemo-los de glúteos para não usar a palavra comum que, no dia a dia, todos usamos.

Tomemos, no caso das brasileiras, um exemplo nacional, que é a Juliana Paes. Sem dúvida, ela é bonita, mas o que a destaca, mesmo, não é o rosto, os seios ou sua interpretação. O destaque fica, exatamente, para os glúteos. E foi eles que a Playboy explorou no ensaio em que ela apareceu nua. Ah!, sim, estamos falando de bunda. E nela, abunda! (Desculpem o trocadilho). Mas ao chamar a atenção para dois pontos da figura feminina, não pretendo escrever um tratado sobre seios e bundas. Não é este meu objetivo. Ele visa a um outro aspecto da vida moderna, que é a chamada cirurgia cosmética.

Li há alguns dias que o Brasil é o vice-campeão mundial nesta modalidade de cirurgia. E, nesta área, temos destacados profissionais, reconhecidos mundialmente, como é o caso do Dr. Ivo Pitanguy. Os cirurgiões plásticos viraram, no final, uma classe à parte dentro da medicina. Tenho amigos em um hospital capixaba e deles ouvi que, lá, quem mais opera é um dos mais conhecidos cirurgiões plásticos do Espírito Santo. O que todos buscam é, e uma ou de outra forma, modelar o corpo, melhorá-lo, fazendo com que fique dentro de um padrão de beleza. Neste sentido, consertam-se nariz, retiram-se barrigas, aumentam-se os seios e os glúteos, dentre outros vários procedimentos.

Hoje, principalmente para quem tem uma melhor situação financeira, o corpo é moldado com cirurgias cosméticas. Elas se multiplicaram e, segundo os dados que li, mais de trás milhões de intervenções deste tipo foram feitas no Brasil no ano passado. Ao lado disso, pelo que foi dito na publicação, o ideal de magreza como ícone do belo está perdendo, de longe, para os seios e glúteos desenvolvidos. Quando se fala de mulheres, magra, ao que parece, nem pensar.

Os dados, no final, me levaram a uma reflexão sobre como os homens reagem em relação às nova mulheres. A única coisa que me ocorreu é chamar a atenção, dizendo: Cuidado, pode ser falso!. Vai resultar? Acho que não, mas esse pelo menos é o meu sentimento em relação às mudanças corporais com cirurgias cosméticas.

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