COMPLETANDO O CORPO HUMANO

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Um dos lados mais discutidos – e talvez, temidos – da tecnologia é o que trata da robótica e nos aproxima da criação de robôs com forma humana, chegando próximo do homem artificial ou da máquina pensante. No final, o que nos fica é o medo de, fora do controle, uma máquina dessas se virar contra o seu criador. O que acontecerá? Ninguém, na verdade, tem a mínima ideia.

Mas e se olhássemos a tecnologia com outros olhos, vendo-a como um complemento para quem, por exemplo, tem alguma necessidade especial ou deficiência que não pode ser suprida por meios naturais? Teríamos, aqui, a aplicação benéfica do conhecimento, ajudando pessoas e lhes fornecendo ferramentas que as tornem mais completas. Por exemplo, uma máquina de escrever que possibilite a um cego trabalhar.

Não. Não estamos falando de sonhos. Este tipo de pesquisa está se tornando realidade e permitindo que, como dizem os responsáveis por ela, se criem possibilidades fantásticas para o ser humano. Chamada de H2.0: Novas Mentes, Novos Corpos, Novas Identidades, ela é conduzida pelo Massachussets Institute Of Technology (MIT), um dos mais prestigiados centros de pesquisas do mundo. O projeto está sendo desenvolvido pelo Media Lab do MIT, conhecido pelas inovações que produz em vários dos campos de conhecimento.

O objetivo do projeto é estudar e desenvolver artefatos que substituam o corpo humano, não inteiramente, mas em partes onde não tenha sido dotado, naturalmente, dos necessários instrumentos à ação humana. De início, a pesquisa é mais voltada para os que tem necessidades especiais ou então algum tipo de deficiência física ou motora. O caminho é o da complementação do natural com o artificial.

A pesquisa é importante. E séria. E o Media Lab, como já disse, tem a tradição de criatividade e de descobrir meios novos de fazer coisas antigas. É o caso, por exemplo, de um computador de 100 dólares, com uma bateria que é carregada via manivela. O caminho está aberto. Onde ele vai chegar? Ninguém sabe. Mas como disse o professor Frank Moss, as possibilidades são infinitas. (Via MIT, em inglês)

BRINCADEIRA DIVERTIDA

A Crys, do Jardim de Letras, inventou uma ótima brincadeira envolvendo blogueiros, que chamou de Rapidinha. Embora sugira segundas ou terceiras intenções, aqui o Rapinha é para uma entrevista com perguntas curtas e respostas outro tanto. No final, fica muito divertido e a gente acaba dando respostas surpreendentes.

Pois hoje quem está lá na Rapidinha sou eu. Dem. uma ida lá, vejam e, se for o caso, voltem aqui e dem. sua opinião. Ou então façam isso  no próprio espaço da Crys. Enquanto isso, obrigado, amiga.

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