Clonado, mas seguro

clone.jpgDesde que pesquisadores reproduziram, mediante clonagem, uma ovelha, a Dolly, a questão, volta e meia, se reacende e chega ao noticiário, ganhando, de novo, notoriedade.

O que acontece, no entanto, é diferente. E o assunto tem estado na ordem do dia da ciência e dos cientistas, aqui e lá fora. A discussão se prende, na maioria das vezes, não à clonagem em si, mas às regras que deve obedecer.

Clonar, inclusive animais complexos, já é possível e está sendo feito. O que se questiona é como isto deve ser feito. E como deve ser feito, de forma a que não haja prejuízo, sobretudo para os humanos.

E é neste sentido, me parece, que o Governo do Estados Unidos acabou de divulgar uma proposta que, se não for reprovada, vai dizer, com todas as letras, que o consumo de carne de animais clonados é seguro.

Como? Imagine uma ovelha. O cientista a clona e produz várias outras. A carne dessas ovelhas – réplicas da primeira – pode ser consumida sem problema. É o que diz o documento. Se sair, vai abrir, de vez, o mercado para a clonagem de animais como forma de reprodução ou de geração de alimentos.

A clonagem animal segue, assim, as modificações genéticas de outros alimentos, que recebem melhoramentos para produzir mais, por exemplo.

E você, o que acha disso? Teria coragem de comer carne de um animal clonado? Como encara esta questão? Vamos debater o assunto.

E O CONGRESSO, HEM?

O que você espera do próximo Congresso? Eu espero que ele seja melhor do que o atual. Mas o que importa, aqui, é a sua, não a minha opinião.

Então! Vá à barra lateral e diga, dentre as opções dadas, qual é a que preenche suas expectativas. E se quiser, pode votar mais de uma vez. Não há problema.

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