BEBENDO PARA MORRER

alcool

Bebida e volantes é, todos sabemos, uma união explosiva. Quem dirige, dizem-nos todos os especialistas, e quem bebe, por consequência, não deve dirigir. Combinar as duas coisas, mesmo que o índice de álcool no sangue não seja grande, pode nos levar – aliás, como tem feito com muitos – à morte.

E é exatamente para provar que a combinação é explosiva que pesquisadores da Universidade de São Paulo trabalharam com laudos do Instituto Médico Legal e, ao final do estudo, chegaram a uma conclusão assustadora: 56,6% de todas as mortes ocorridas no trânsito em São Paulo, a capital, estão diretamente relacionadas à bebida.

Minha atenção para a questão foi atraída por um comentário feito na CBN pelo Gilberto Dimenstein. No total, dizia ele, tomando-se motoristas e motociclistas o percentual dos que morrem por dirigirem após beber é de 45%. O número, no entanto, dá um salto quando se trata de motoristas de automóveis e ultrapassa os 56%.

O número é tão mais significativo quando se toma o índice usado para medir o grau de álcool no sangue, que é de 0,6 g/l, um índice estabelecido pelos padres de saúde. Significa que se você tomar uma latinha de cerveja terá ultrapassado este índice e, para os efeitos legais, estará dirigindo alcoolizado.

Diante dos números é hora de rever a velha brincadeira e dizer: Se beber, não dirija. E se for beber, não me chame. Agindo assim, as chances de não morrermos em um acidente são bem maiores. (Via Dimenstein)

AGRADECIMENTO ESPECIAL

O trabalho – ou o excesso dele – às vezes nos faz ignorar coisas que nos são, no final, muito agradáveis. E por passarem desapercebidas, acabamos por não dar a elas a importância que tem.

Por isso é que quero fazer um agradecimento especial aos “meus fãs” no Blogblogs. Por falta de tempo não havia passado por lá e me surpreendi com o número. Gente, muito obrigado, mesmo. Fico muito envaidecido com a escolha de cada um de vocês.

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