PARA QUE SERVE O CELULAR?

No meu caso, para telefonar. Mas não é o que aponta pesquisa da Nielsen feita nos Estados Unidos. Nela, o instituto constatou que, em alguns casos, os celulares são usados preferencialmente para o envio de mensagens de texto e que na faixa mais jovem, de 13 aos 17 anos, o volume delas chega a ser quase nove vezes a dos telefonemas. À medida que as pessoas vão envelhecendo o número de mensagens diminui. Mas como há mais jovens que velho e o número de aparelhos só aumento, o crescimento no envio de texto é inevitável. E no Brasil, será que é igual?

A pergunta, embora pareça, não é idiota já que está associada a uma pesquisa que a Nielsen acaba de fazer nos Estados Unidos e que revela uma faceta que não conhecia: o uso do celular, majoritariamente, para o envio de mensagens de texto. É isso mesmo. Fala-se menos no celular do que se envia SMS.

Ao lado de outra informação, dada pela Organização das Nações Unidas, que chegaremos a 2009 com nada menos do que quatro bilhões de linhas de celulares, o fato de eles serem mais usados para mensagens, me chamou  a atenção e fui conferir os números da pesquisa.

E estes números – não em quantidade – se invertem a partir da faixa dos 55 anos. Nela, o celular é usado, prioritariamente, como telefone e a quantidade de mensagens é muito menor. A explicação? Talvez seja o fato de os mais jovens já terem nascido com a tecnologia funcionando, enquanto os mais velhos estão menos adaptadas a ela, já que conviveram, por muito tempo, com os telefones fixos. Neles, mandar uma mensagem de texto nem pensar.

Primeiro e no geral, a medição feita nos Estados Unidos apontou que para cada celular há, mensalmente, uma média de 204 conversas, mas o número de mensagens enviadas é bem maior, chegando às 357. Um dado curioso é que, à medida que a idade vai avançando, o telefone começa a ser mais usado, e as mensagens diminuem.

O maior volume delas está na faixa dos 13 aos 17 anos. São os adolescentes os campeões absolutos do SMS, o que deve fazer a festa das operadoras, que cobram – e cobram bem – por estes textos. A pesquisa da Nielsen apontou que, nesta faixa etária, mensalmente são enviados, em média, 1.742 textos e que o número de ligações não passa das 231. Quase nove vezes mais mensagens que telefonemas.

Se o número é grande, com o aumento do número de aparelhos, previstos pela ONU, o volume de mensagens de texto deve aumentar. E a tendência é que, com a agregação de novos aparelhos, com mais gente tendo acesso à tecnologia, o celular pode virar um grande pager – lembram-se dele?.

Fixou ou celular, para mim o telefone sempre significou um aparelho de fala, não de texto. Hoje, também faço uso dos SMS, mas não chego a ser um heavy user, não. Pode ser que com a nova geração de celulares, como o iPhone, que são bem mais fáceis de manejar, as coisas mudem e o uso do SMS se acelere ainda mais.

Olhando os dados e vendo o meu próprio comportamento descobri que, se levado em consideração os números, estou velho. Embora seja um usuário intensivo de tecnologia, tem alguns aspectos dela que não me atraem. É o caso das mensagens de texto nos celulares. E você, como se porta? Será que no Brasil também é assim?

Na Mídia Social

Não são todos, mas acho que os mais importantes links da chamada mídia social – pelo menos das que participo – estão, agora, na barra lateral do blog. Além de permitir aos leitores e frequentadores deste blog que saibam onde, além daqui, é lógico, me encontrarem, a listagem tem o objetivo de servir de estímulo para que participem.

Então, adem uma olhada e veja onde estou. E se ainda não participam, vão lá. Acho que vale a pena.

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