Nova alfebetização

Como docentes, nossa tarefa é transmitir conhecimento. Mostrar como é possível aprender e estimular o aprendizado.

Como docentes, nossa tarefa é, também, estimular o posicionamento critico, mostrando ao aluno como analisar os fatos, pesa¡-los e não se deixar enganar com as aparências.

Este trabalho deve começar logo, no primeiro momento do aprendizado. Ao aluno deve ser ensinado que questionar faz parte do aprendizado e que ele pode, sim, questionar, perguntar e discordar.

Se estamos no meio universitário, então, nem se fala. O problema é que esbarramos, no mais das vezes, em alunos que, por deficiência de preparação, não sabem – e muitas vezes não querem – adotar uma atitude critica.

O que vemos, então, é seguindo à risca o que o professor dita ou ensina.

Senso críptico? Muito pouco. Interesse em aprofundamento? Menos ainda.

Nas áreas de ciências humanas e sociais o problema existe, mas pode ser contornado, com um pouco de esforço de alunos e professores.

Já na área de Exatas, por exemplo, não é tão fácil, já¡ que o aprendizado anterior é essencial.

O que fazer? Ensinar tudo de novo ao aluno, não dá. Resta a opção de facilitar o conteúdo, procurando que pelo menos parte da informação seja dada e captada.

O caminho, mesmo, é investir no ensino básico. Mas, mesmo que os investimentos sejam feitos, vai levar tempo para surtirem efeito.

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