Dados bem interessantes

No Brasil, a educação nunca foi prioridade. Pelo menos para o Estado, que nela investe pouco e tem uma visão enviesada do que é prioritário.

Fruto dessa visão é a atual situação do nosso ensino. De uma maneira geral de péssima qualidade.

O que precisa ser feito? Todo mundo sabe: investir na educação, principalmente na educação de base, que prepara a criança para ser o adulto de amanhã e lhe permite, com isso, um melhor desenvolvimento, pessoal e profissional.

Se a situação é ruim, difícil, não é de todo de desesperança.

Números divulgados pelo Ministério da Educação e Cultura mostram que há¡ um crescimento na área de cursos técnicos.

Isso significa preparação das pessoas para a vida profissional, dando-lhes uma profissão e, com isso, melhores perspectivas. Este é o lado bom.

O outro lado da questão é que o crescimento destes cursos, tal como ocorreu na área universitária, está¡ se dando junto de escolas privadas.

Nada contra isso. Só que vamos ter, de novo, uma distorção. Quem precisa dos cursos técnicos, normalmente não pode pagar por eles. Então, o esperado é que o Estado supra esta demanda.

Em contrapartida, quem pode pagar acaba ocupando uma vaga pública, fruto de um ensino fundamental de melhor qualidade.

Temos, assim, um passo à frente e, ao mesmo tempo, um passo atrás.

O que precisamos, é  na verdade, é investimentos públicos na educação, inclusive nos cursos técnicos e profissionalizantes.

Se feito isso, vamos, em primeiro lugar, preparar as pessoas para o mercado de trabalho, dando-lhes uma profissão. Em segundo, desafogar o ensino universitário.

Combinadas as ações vamos chegar a um ensino melhor e também à uma preparação melhor do jovem e do adolescente.

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