Na quarentena a tecnologia nos aproxima

QUARENTENA E A TECNOLOGIA QUE NOS APROXIMA

Em dias de quarentena a tecnologia tem se mostrado uma estrela. É ela que nos aproxima, permite que façamos contato, que falemos com amigos, familiares, filhos e até nos permite, no impedimento de sair de casa, fazer as compras necessárias para o dia a dia, recorrendo ao virtual para ter os alimentos necessários em casa.

Com o coronavírus, o que era incidental passou a ser essencial, não tanto pelas mídias sociais – Facebook, Instagram, etc. – nas quais, de um ou outro modo, todos nós temos presença. O que começou a ganhar destaque são os aplicativos de comunicação, aqueles que nos permitem não apenas mandar uma mensagem, mas falar quase que cara a cara.

O que antes estava à nossa disposição – e eu e minha família, no caso, já usávamos – ganhou volume e tornou-se indispensável no dia a dia. Estou falando do FaceTime, da Apple, do Hangouts, do Google, do Zoom, do WhatsApp, do Facebook, e de outros aplicativos que nos permitem conversar quase que face a face.

APLICATIVOS

Confinados, eu e minha família, no Brasil e no exterior, temos nos valido destas ferramentas para nos falar. Nessas conversas, o que mais usamos são o FaceTime e o Messenger, do Facebook. Do lado profissional, o que temos mais usado é o Zoom, base para reuniões e encontros com colegas de trabalhos ou com clientes.

No meu caso, específico, ainda uso o WhatsApp, que se transformou em ferramenta para me permitir continuar com o programa de exercícios físicos, com a ajuda de minha personal, também confinada e, sobretudo, com o fechamento das academias no Espírito Santo. A propósito, antes delas fecharem eu já as havia deixado, temeroso de aglomerações e da contaminação pelo vírus.

O confinamento nos levou aos aplicativos e ao seu uso muito mais intensivo que antes. O curioso é que todos eles já estão por aqui há algum tempo. Alguns, como o WhatsApp, eram mais utilizado, não tanto para se falar, mas para trocar mensagens, pessoais e profissionais. Hoje, ele virou instrumento de comunicação presencial. E não foi diferente com os outros aplicativos, à exceção do Zoom, voltado para encontros empresariais e capaz de suportar centenas de participantes.

FUTURO

A tecnologia, muitas vezes, se torna invisível a partir do aumento de sua utilização. É que a normalizamos, usando-a praticamente no automático. A crise provocada pelo coronavírus e pelo Covid19 em todo o mundo, mudou muitas coisas e uma delas foi o maior uso da tecnologia, já presente em nossas vidas, mas cujo grau de utilização ainda era pequeno. Não é mais.

Hoje, com certeza, no confinamento e nos dias de quarentena, a tecnologia é que nos aproxima, nos permite contatar pessoas, falar com nossos entes queridos e, pelo menos, ter a sensação que estamos próximos.

É um novo caminho. Como se desenvolverá? Só o futuro dirá. E como diz o ditado: O futuro a Deus pertence.

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