Eu estava errado

Há alguns dias, com o Brasil ainda na Copa, comentei aqui o estilo de futebol que estávamos jogando.

Defendi o estilo Parreira, embora confessasse que goste do bom e velho futebol brasileiro.

Achava, então, que se era importante jogar bem, melhor é ganhar. E concordava com os que diziam que, hoje, não dá¡ para jogar bonito e ganhar, citando exemplos da própria Copa.

Eu estava errado. E isso ficou provado no jogo em que saí­mos da Copa. A França nos ganhou, com todo o mérito, e deu um show de bola.

Mostrou que é possível, sim, jogar bonito, bem e ganhar uma partida. Mostrou o que o Brasil em nenhum momento conseguiu e que é sua marca: o bom futebol.

Pode ser até que a  França não ganhe a Copa, mas, sem dúvida, ela deu um show de futebol.

Sua vitória, no meu caso, de lição. A partir de agora, estou, de forma definitiva, ao lado do bom futebol, o verdadeiro futebol brasileiro, aquele que, além de ganhar, dá¡ espetáculo.

Se a França pode, porque o Brasil não?

Alinho-me, agora, aos que acham que o Brasil tem a obrigação de, antes de ganhar, jogar bem, bonito, vistoso. A vitória é uma consequência do jogo.

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